AUTORES
Lista de Autores Publicados

Alexandra Antunes (n. 1979, Lisboa) Desde cedo se lhe notaram certas inclinações para o mundo das artes, nomeadamente o desenho, a pintura, a escrita e a fotografia.Licenciada em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, frequenta, actualmente, o segundo ano do Mestrado em Edição de Texto na mesma instituição. Começou por ser uma pseudo-poeta precoce, e ainda hoje teima em dedicar-se à poesia, sem contudo ter tido coragem para se aventurar enquanto autora. No entanto, este ano decidiu-se e arriscou! Prepara-se para sair do armário com o lançamento do seu primeiro livro de poesia (agendado para Setembro, dia e local incertos por enquanto…). Amante da obra de Herberto Helder, pensa que tudo é fotografável e o seu trabalho pode ser visto no blogue http://overticedovortice.blogspot.com

Alexandre Pólvora (n. 1980) licencia-se em Sociologia no ISCTE em 2004, e nesse mesmo ano inscreve-se no DEA de Antropologia das Técnicas na Universidade Paris 1. Em 2005 integra o CETCOPRA / Centre d'Etude des Techniques, des Connaissances et des Pratiques da mesma Universidade, e escolhe como veneno o  seu Doutoramento em Filosofia. Em 2006 ocorre-lhe inscrever-se em co-tutela no Doutoramento em Sociologia do ISCTE, e logo depois foge para os E.U.A. para conhecer o Departamento de STS do RPI onde ainda esteve uns tempos como Visiting Scholar . Nos anos seguintes retorna a Paris, come uns paninis, visita umas bibliotecas, dá uns passeios e escreve umas coisas. No presente, vive em Lisboa onde afocinha diariamente sobre as ideias que lhe permitirão acabar a sua bela tese sobre materialidades quotidianas remanescentes. Nos sábados e terças de sol há quem o aviste mesmo por diversas vezes com essa desculpa entre os arrabaldes do Campo de Santa Clara, em busca de um pinguim de louça e de Heróis da TV abaixo do nº41.

Alfredo Caldeira (n.1945, Lisboa) Desde 1996, Administrador do Arquivo & Biblioteca da Fundação Mário Soares. Exerceu anteriormente funções públicas, designadamente nos Serviços de Coordenação da Extinção da PIDE/DGS e LP, Ministério da Administração Interna e Alta Autoridade Contra a Corrupção. Autor de trabalhos de natureza histórica e técnica, colaborou na realização de diversos filmes.

Ana Catarina Pinto (n. 1978, Lisboa) Após uma breve experiência como redactora publicitária (2000-2005), formou-se em História na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2007). Obteve o grau de mestre em 2009, atribuído pela mesma instituição. A sua área de estudos é a história da Primeira República Portuguesa do pós-guerra (1919-1926), tratando em especial a esquerda republicana, e nesse âmbito desenvolve actualmente o projecto de doutoramento. É investigadora do Instituto de História Contemporânea (FCSH), e tem dois artigos publicados na obra História da Primeira República Portuguesa (coord. Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo, Tinta-da-China, 2009).

Ana Lobato Castanheira (n. 1983, Lisboa) Licenciada em História Moderna e Contemporânea, com especialização em Política e Relações Internacionais, pelo ISCTE. Pós-Graduada em História, Defesa e Relações Internacionais, pela Academia Militar e ISCTE. Entre 2005 e 2007 trabalhou como bolseira de investigação no âmbito do projecto The Transition Process in East Timor: 1998-2005. Colaborou em projectos de investigação sobre cidadania no contexto da integração europeia. Estagiou na secção portuguesa da Amnistia Internacional e desde 2007 tem-se dedicado à área de tratamento de documentação histórica, sendo actualmente técnica de classificação documental no Arquivo e Biblioteca da Fundação Mário Soares.

Ana Luísa Paz é licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e mestra em Sociologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Actualmente, dedica-se à pesquisa na área de história do ensino musical português, realizando estudos doutorais no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa com uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Não é genial, mas quase.

Ana Mouta Faria é doutorada em História pela pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com a tese Os Liberais na estrada de Damasco – Clero, Igreja e Religião numa conjuntura Revolucionária (1820-1823). Desenvolveu os seus interesses e projectos em torno da História político-religiosa contemporânea. Actualmente os seus interesses andam à volta do Império Colonial e dos Movimentos de Descolonização. É Prof. Auxiliar no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, e faz parte do Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa – CEHCP/ISCTE-IUL.

André Correia (n. 1981, Lisboa) é licenciado em Antropologia pelo ISCSP da UTL e aluno do Mestrado em Estudos de Informação e Bibliotecas Digitiais no ISCTE. Decorriam os tempos do MIRC, quando em 2004 teve o seu baptismo de antropológo com um estudo de caso sobre uma comunidade virtual, o canal #Angola da PT Net. Posteriormente, derivou  os seus interesses para o desenvolvimento de aplicações online e é, desde 2006, assistente de investigação no CITI – Centro de Investigação para Tecnologias – da FCSH/ UNL onde desempenha as funções de sonoplasta e gestor de informação. Colaborou em projectos na área da educação online como Canal Ciência Viva, Clube de Leituras,  Biblioteca de Livros Digitais ou Caminho das Letras.

André Santos (n. 1983) licenciou-se em História Moderna e Contemporânea e aborreceu-se. Nos entretantos da licenciatura escreveu e editou a webzine A Puta Da Subjectividade , ainda hoje o site dedicado a música com o melhor nome de sempre (infelizmente, está offline). Acabou a licenciatura, não arranjou estágio/trabalho e voltou a aborrecer-se. Começou a trabalhar na loja de discos Flur, corredor com vista directa para o Tejo e luz natural. Gosta muito do que faz e das pessoas com quem trabalha. É colaborador da Time Out Lisboa, não desde o primeiro número, mas quase, onde escreve sobre Cinema e Televisão. Também gosta muito do que ali faz, apesar de se queixar às vezes dos filmes maus que tem de ver. Colabora irregularmente (não há tempo para tudo) para a Rua de Baixo (http://www.ruadebaixo.com) e sustenta um blog (http://secretosdeporco. blogspot.com) - cujo título roubou a um dos seus pratos favoritos (abençoado porco, criatura imensa) - nas alturas em que tem imensas coisas para fazer e não está para aí virado. Mais ou menos como aconteceu na faculdade.

Anónimo nasceu em Lisboa, é licenciado e trabalha na área dos serviços. Antes estagiou numa pequena empresa e fez também formação para uma empresa de grandes dimensões. Actualmente faz parte de um projecto não financiado, tendo já participado diversas vezes em eventos públicos. Vive em Lisboa mas desloca-se com alguma frequência a países estrangeiros.

Augusto Rocha Soares (1927-2002) Formou-se em Engenharia Química, no Instituto Superior Técnico de Lisboa, área em que exerceu a sua actividade profissional. Aliado ao trabalho sempre coexistiu o amor ao mundo das artes, com especial enfoque na música e na fotografia. Foi membro da Associação Portuguesa de Fotografia. A partir da década de 70 realizou diversas exposições colectivas e participou em concursos em Portugal e no estrangeiro, tendo obtido vários prémios e menções honrosas. Já depois da sua morte, em 2004, alguns dos seus trabalhos foram publicados no livro Olhares; e em 2007 foi realizada, em sua homenagem, uma nova mostra fotográfica na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, em Santiago do Cacém.

Bacco Barbosa & Corbucci Arquitetos Associados: Escritório fundado em 1992 pelos arquitetos Marcelo Barbosa e Jupira Corbucci desenvolve projetos em diversos segmentos, com ênfase em projetos institucionais, comerciais e industriais. O escritório participou de diversos concursos públicos de arquitetura e premiações. Foi premiado com os projetos Estações de Transferência para o novo Sistema de Transporte Interligado de São Paulo e Conjunto Residencial Cohab Pedro Facchini no Prêmio Asbea 2004 e 2º prêmio no Concurso Público de Arquitetura – Aeroporto Internacional de Florianópolis, entre outros. Marcelo Consiglio Barbosa é arquiteto (Universidade Mackenzie, 1984), mestre pela Universidade de São Paulo (2002) e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.Jupira Corbucci é arquiteto (PUCCamp, 1984), mestre pela Ecole d' Architecture Paris- Villemin (1986) ; Foi colaborador do escritório Chemetov+Huidobro (1987/89). www.bacco.com.br

Benedita Feijó (n. 1978, Porto). Aos 18 anos foi viver para Londres, onde se formou em Design Gráfico numa das melhores escolas do mundo nessa área. Em 2001, terminou o tão desejado Curso em Saint Martins e instalou-se no Porto. Em 2006, criou o seu próprio atelier juntamente com Michael Andersen, ao qual deram o nome de InteractCreative.
Actualmente, trabalham com clientes como Nike, Compal, Igespar, Ministério da Cultura, Super Bock, Soares da Costa, Teka, Aveleda, Ambar, Museu de Serralves, Taschen, Fundação Gulbenkian, entre muitos outros nacionais e internacionais. InteractCreative está agora a expandir o volume de negócio para a área de criação de produto. http://shop.aprodukt.com/

Benjamin Brodbeck (n. 1977, Suiça) estudou música, passando pelo Drummers Collective Nova York , Musikhochschule Luzern e inúmeros palcos. Em 2004 apaixonou-se por Lisboa, onde vive desde 2005. Toca com os “anonima nuvolari“, faz bandas sonoras para espectáculos de teatro (Hamburger Schauspielhaus, Luzernertheater, Theater Basel) e gosta muito de passar som como dj comoustache.

Bruno Balegas (n.1982, Lisboa) Desde cedo se interessou pelas Artes formando-se na FBAUL em pintura. Desde o final do curso que se dedica a varias formas de expressão plástica, desde fotografia, passando pelo desenho ate a pintura. Conta com um bom número de exposições em Portugal e no estrangeiro, tendo mesmo representado a FBAUL no Prémio Goldener Kentaur em Munique. Trabalha também em ilustração infantil e editorial, e ainda como professor de expressão plástica.

Carla Caffe (n.1965, S. Paulo) Formada em arquitetura, se dedica também ao desenho, teatro e cinema. Por quatro anos, editou no jornal Folha de S. Paulo a coluna semanal "Cidade nua". No cinema, trabalhou como diretora de arte nos longas-metragens Central do Brasil (Walter Salles, 1998), Bossa Nova (Bruno Barreto, 2000), ambos em parceria com Cássio Amarante, além do premiado Narradores de Javé , de Eliane Caffé (2003). Também assinou materiais gráficos para os filmes Kenoma (Eliane Caffé, 1998), A Via Láctea (Lina Chamie, 2007) e Bodas de papel (André Sturm, 2006). Sua primeira experiência no teatro foi ao lado de Antunes Filho, para depois integrar a Companhia de Ópera Seca. Fez, ainda, uma breve passagem pelo Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa. Em parceria com Carol Tonetti, desenvolveu os projetos arquitetônicos para a Lanchonete da Cidade e o Auditório do Instituto Alana, ambos em São Paulo.

Carlos Cravo (n1970, Lisboa) começou como ilustrador em 1990 na Walt Disney Portuguesa, esteve no curso de pintura da ARCO que não completou, fez uma pequena formação em fotografia na ETIC e tirou o curso de Design Gráfico na EPI entre 1993/96, depois disso foi saltar de agências em agências quer de design quer de publicidade a fazer de tudo um pouco, hoje em dia trabalha como freelancer em design e ilustração. Tem um Blog, http://uniaoderiscos.blogspot.com/ que consiste em pequenas ilustrações feitas ou rabiscadas em qualquer tipo de folha ou material, como por exemplo a toalha da mesa do restaurante e tem também alguns coisas que fez, como criação de bonecos, BD's, storyboards, etc.... O Carlos é acima de tudo uma pessoa que gosta de aproveitar bem e da melhor maneira a vida.

Carlos Godinho (n. 1983) licenciou-se em Arte Multimédia na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Fez o programa Erasmus na Fakulta Výtvarných Umení – República Checa. Tem feito desde 2007 exposições e apresentações públicas do seu trabalho nacionalmente em sítios como Espaço Avenida, Fábrica do Braço de Prata, Cinema São Jorge, Galeria Zé dos Bois e Fundação Calouste Gulbenkian, e na República Checa na Umakart Gallery e FAVU. Foi artista participante numa residência laboratorial de criação no âmbito das artes visuais na Galeria Zé dos Bois em 2008.

Clara Tehrani (n. 1981, Braga) filha de mãe portuguesa e pai iraniano. Antes de ingressar no curso de publicidade e marketing (na ESCS, IPL que concluiu em 2004), passou uma temporada em São Paulo a dar aulas de Inglês. Passou pela BBDO onde trabalhou como criativa (redactora). Seguiu-se a DRAFTFCB, um projecto internacional em Atenas e em 2009, ganhou os Young Lions em Cannes, a mais importante competição de jovens criativos publicitários a nível mundial. O prémio resultou num convite para ingressar na TBWA Singapura onde trabalha actualmente. pigstrike.blogspot.com / copyclara.carbonmade.com

Constantino Xavier é bolseiro Fulbright e doutorando em South Asian Studies na School of Advanced International Studies, Johns Hopkins University, em Washington DC. Entre 2004 e 2008 viveu, estudou e trabalhou em Nova Deli, onde manteve o blogue http://avidaemdeli.blogspot.com

Daniel Melim (n.1982) tem desenvolvido um trabalho de pintura acerca da questão da própria “pele” da pintura (as suas pinturas são apenas tinta e membranas acrílicas, sem suporte) e da relação com um objecto/modelo fisicamente presente. (www.a-pintura.blogspot.com). Por outro lado, tem expandido uma certa vocação enciclopédica da sua prática de desenho até ao ponto de desenvolvimento de situações de fazer imagens em que está presente a vontade de mais do que uma pessoa só. (www.o-desenho.blogspot.com). Nascem também pontualmente alguns outros projectos de carácter mais errático e a-disciplinar, como “ze-n-inguem”. (www.ze-n-inguem.org). Em 2006 finalizou Artes Plásticas-Pintura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Desde esse ano expõe regularmente no Módulo - Centro Difusor de Arte, em Lisboa.  Presentemente prepara a sua primeira exposição individual no Brasil, para a Galeria Mercedes Viegas (RJ). Em 2007 foi Finalista do Prémio EDP Novos Artistas. Presentemente, é professor de Desenho, colaborador do Serviço Educativo do Centro de Arte Moderna da Fundação da Calouste Gulbenkian e do blogue “O Infinito ao Espelho”, em que artistas portugueses reflectem por escrito acerca de arte. damelim@gmail.com

Danny Ivan (n. 1982) Madeirense residente em Lisboa onde frequenta a licenciatura de Audiovisual & Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social (Instituto Politecnico de Lisboa), onde existe forte interesse em áreas adjecentes a imagem, seja elas fotografia, design e vídeo. Neste momento participa no projecto embrião da FNAC TV. 

Eduardo Guerra (n. 1986, Lisboa) Licenciou-se em Belas Artes em Lisboa. Foi Bolseiro ERASMUS em Londres. Actualmente cursa o mestrado em Estética na UNL.
Das suas exposições destacam-se: Do you know about the fall? , Shoreditch Town Hall, Londres 2008; Duas Figuras , Sala Bebé, Lisboa 2010; Things StandingStill , Magyar Muhely Gallery, Budapeste 2010. É um dos artistas seleccionados para a edição do prémios BES Revelação deste ano e apesar da sua formação eminentemente artística, tem vindo a procurar aproximar teoria e prática.

Elisa Seixas (n. 1976, Madeira), feminista. Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra é, presentemente, professora do Ensino Secundário na Escola Secundária Jaime Moniz, fazendo parte da equipa do projecto Equal - Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, naquele estabelecimento de ensino. De 2007 a 2010 foi representante do núcleo da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) na Madeira. Para além da actividade docente, é consultora da editora Nova Delphi, que dedica uma colecção às questões de Género - a Colecção Pallas Athenas.

Filipa Roseta Vaz Monteiro Licenciada em Arquitectura, em 1996, na Faculdade de Arquitectura da UTL, onde é Professora Auxiliar. Mestre em Cultura Contemporânea e Construção da Sociedade Moderna. Doutorada pelo Royal College of Art (Londres) onde, em 2009, defendeu a tese “Avenidas Modernas”. Actualmente, orienta 10 teses de mestrado integrado dedicadas ao tema “Menos Carbono, Mais Energias Renováveis” na FA-UTL.

Gonçalo Prudêncio é licenciado pela Faculdade de Arquitectura da UTL com uma passagem pelo Politécnico di Milano em 1999. Inicia o seu percurso profissional em Roterdão (NL) no ano 2000. Em 2002 muda-se para Copenhaga (DK) onde colabora com o IKEA no desenvolvimento de mobiliário para a colecção PS. Neste momento vive e trabalha entre Lisboa no desenvolvimento de projectos de mobiliário e produto, e com colaborações pontuais no desenvolvimento de projectos de arquitectura. Complementar à sua actividade profissional, cria o formato de conferências Freespeech e é membro fundador da Pecha Kucha Night Lisbon. Website: www.gpodonline.net

Gueorgui Ivanov Ivanov (n. 1981, Sofia) Nasceu na Bulgária mas vive em Portugal há 11 anos. Licenciado em Ciências Políticas e Relações Internacionais com minor em Filosofia pela FCSH-UNL. Fez Erasmus na Holanda e está neste momento a finalizar o curso de Direito na UL. Técnico na área da Propriedade Industrial há 4 anos. Árbitro da Associação de Futebol de Lisboa e árbitro assistente da Federação Portuguesa de Futebol (Futebol de 11).

Hugo Milhanas Machado (n. 1984, Lisboa) publicou em 2005 o seu primeiro livro, Poema em forma de nuvem (Gama, edição de livros). Seguiram-se Masquerade (2006), Clave do mundo (2007), Entre o malandro e o trágico (2009), todos eles sob chancela Sombra do Amor, e, em 2010, As junções (Edições Artefacto). Poemas dispersos em antologias e revistas. Prémio José Luís Peixoto, em 2008. Co-fundador da Cooperativa Literária e da revista Callema.

Idalina Correia é pós-graduada em Filosofia Moderna e Contemporânea na Universidade do Minho. Também fez cursos de Cinema, Multimédia e Gestão pelo que, na maior parte do tempo, se dedica a actividades mais mundanas que a filosofia. Escreve contos e, menos vezes artigos sobre assuntos sérios como a moral e a arquitectura da mente humana. Está, no presente, a lançar uma editora especializada em divulgação científica e correntes do pensamento contemporâneo.

Impromptu Arquitectos foi fundada em Setembro de 2008 por Adriana Rosado, Tiago Branco Sampaio ambos licenciados em arquitectura pela Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada do Porto (FAAULP) e Nuno Rosado licenciado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura de Lisboa (FAUTL) e mestre em arquitectura e urbanismo pela Architectural Association School of Architecture, em Londres (AA). O atelier está sediado no Porto, mas todos os sócios tiveram a oportunidade de colaborar em escritórios de arquitectura nacionais e estrangeiros, tais como: Paulo David arquitectos, aNC arquitectos, OMA e Sergison Bates architects,. Integra arquitectos com diferentes experiências profissionais, preocupações, interesses e sensibilidades, encara o espaço de trabalho como um laboratório de pesquisa e exploração de novas formas e materialidades.
Website: www.impromptu.pt

Jenny Romero (n. 1981, Caracas) actriz profissional formada pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem vindo a desenvolver trabalho em diversas áreas da interpretação, mais recentemente em Teatro, área em que destaca os trabalhos Queres Fazer Amor Comigo, com encenção de Henrique Félix e Sonho de um Homem Ridídulo, encedo por Cátia Ribeiro. Neste momento desenvolve projectos de Teatro e Comunidade. Tem um gosto especial por fotografia e rende-se ao tango sempre que pode. jennydelromero@gmail.com

Inês Quintanilha (n. 1983, Lisboa) licenciada em História Moderna e Contemporânea, variante Gestão e Animação de Bens Culturais, e pós-graduada em Museologia - Conteúdos Expositivos, ambos pelo ISCTE. Passou um dos 4 anos da licenciatura em Erasmus na Università di Pisa, Itália. Foi bolseira de investigação científica no âmbito do projecto “Arquivo Virtual de Cartografia Urbana Portuguesa”, estagiou enquanto museóloga na Fundação Portuguesa das Comunicações e colaborou com o Museu do Chiado. É actualmente técnica de classificação e tratamento documental no Arquivo e Biblioteca da Fundação Mário Soares. Paralelamente, tem participado na execução e montagem de exposições temporárias, sendo esse o seu principal interesse.

Joana Areosa Feio (n. 1977, Lisboa) Antropóloga e Mestre em Antropologia – Colonialismo e Pós-Colonialismo pelo ISCTE desenvolve trabalho de campo no âmbito do Mestrado, em São Tomé e Príncipe, sobre Etnicidade e Identidades Estigmatizadas em contexto Pós-colonial. Tem colaborado em diversos projectos de investigação integrando equipas multidisciplinares, tendo vindo a consolidar o interesse no trabalho de campo antropológico, nas metodologias qualitativas e nas diversas temáticas relacionadas com as Identidades e Diferenciações sociais, dentro e fora de Portugal. É membro do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA). É Actualmente Assistente de Investigação do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

Joana Ribeiro (n.1983, Setúbal) reside em Lisboa e é licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 2005. Estagiou no Ministério dos Negócios Estrangeiros, passou pelo sector da cultura e artes performativas, e trabalha há dois anos em marketing e comunicação online.

João Barata Feyo (n. 1972, Porto) Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Lusíada do Porto. Em 1993 recebe especialização em CAD-CAM na empresa C-Tecnick (Alemanha) na ZUND (Suiça). Em 2001 faz a especialização em prototipagem rápida - estereolitografia - na empresa 3DSystems (UK), criando a empresa FeyoDesign, a primeira em Portugal especializada nesta tecnologia. Actualmente prossegue com o constante desenvolvimento de novas técnicas e desafios no fabrico digital e conceptual; nas áreas da; construção, arquitectura, engenharia, prototipagem rápida, maquetização modelação e digitalização 3D, sendo co-promotor do projecto OPO'Lab. José Pedro Sousa (n. 1976, Porto) É Licenciado em Arquitectura pela FAUP (Porto, '99), Mestre em Arquitecturas Genéticas pela ESARQ-UIC (Barcelona, '02) e Doutor em Arquitectura pelo IST-UTL (Lisboa, '10), tendo frequentado estudos no MIT e na UPenn (EUA). Interessado na exploração de novas possibilidades conceptuais e materiais emergentes do uso de tecnologias avançadas de projecto e fabrico digitais, tem desenvolvido, desde 1999, uma intensa actividade prática premiada, que cruza as áreas da investigação, do ensino e do projecto em arquitectura. Actualmente, é arquitecto independente, professor convidado na FAUP e no DArq (Coimbra), e co-promotor do projecto OPO'Lab.

João Boucinha (n.1981, Lisboa) é formado em Fotografia pela Associação Portuguesa das Artes Fotográficas, frequenta o curso avançado da ARCO (Centro de Arte a Comunicação Visual). Participou em várias exposições individuais e colectivas. Trabalha sobretudo na área da fotografia documental. Como fotógrafo, privilegia a acção do homem, a sua história, o movimento constante da vida urbana, a fugacidade da passagem das pessoas e o seu rasto, o registo da indefinição com campo aberto para a interpretação. Pode-se ver o seu trabalho em joaoboucinha.com.

João Leal Lamy (n.1984, Lisboa) Ainda em tenra idade despoletou, muito devido às influências do pai, uma certa aptidão para as artes visuais, mais concretamente para o desenho. Ao longo da sua infância e adolescência, viveu apaixonado por história, pelo modelismo, e pela BD, nunca desistindo do seu objectivo de melhorar, e de tentar alcançar para si a qualidade que reconhecia às suas principais referências nessas mesmas áreas. Frequentou durante algum tempo o curso de ilustração e banda desenhada do Ar.co, tendo depois rumado a Nova Iorque, desta feita para tentar a sua sorte no ramo do cinema. Estudou na New York Film Academy em ínicios de 2006, onde se destacou pela qualidade dos paíneis de "storyboard" que apresentava como forma de planeamento dos exercícios cinematográficos. Regressou a Portugal por razões pessoais e tentou dar continuidade à intenção de trabalhar na indústria audiovisual mas acabou por focar-se somente na sua aptidão para o desenho, ingressando no curso de design de equipamento da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, onde se encontra a estudar presentemente.

João Silva (n. 1977) é doutorando na Universidade de Lisboa, onde integra o grupo NLX ( http://nlx.di.fc.ul.pt/ ) de investigação na área de Processamento da Linguagem Natural. Tem como objectivos principais criar uma Inteligência Artificial e, posteriormente, integrar as forças da resistência humana que irão combater as máquinas.

João Tomé Nasce em Lisboa na década de 80, mas o primeiro jogo que se lembra de ver no Estádio da Luz é um Benfica – Parma para a Taça das Taças de 93/94. Um jogo que terminou com um amargo 2-1 depois de Vítor Paneira ter falhado, no final da partida, uma grande penalidade, que daria o, bem mais confortável, 3-1. Torna-se sócio no final da década de 90 e mantém cativo até meados da década seguinte. Ao longo desses anos apoiou incondicionalmente a equipa e apenas apupou (não sabe assobiar) Michael Thomas, apesar de considerar Carlitos – o que era do Gil Vicente – um dos piores jogadores de sempre. Admirador confesso do futebol de Zahovic, emociona-se sempre que vê o “pior golo” da vida de Rui Costa. Segue as indicações do Presidente, não assistindo a nenhum jogo noutro estádio português que não o da Luz, mas já assistiu a alguns jogos no estrangeiro. Vive e trabalha em Berlim vai para quase dois anos e já comprou um daqueles casacos a sério para o Inverno (na internet).

Joaquim Paulo Nogueira (n. 1962) Dramaturgo. Prepara-se para iniciar uma investigação sobre a escrita teatral, no âmbito de uma bolsa de doutoramento da FCT. Trabalhou como actor entre 1984 e 1990. Colabora regularmente com a Revista Tempo Livre e com o site Rua de Baixo . Formado em Ciências da Comunicação(1990-94), fez também a parte curricular do Mestrado de Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação, no ISCTE. É responsável pelo projecto do Serviço Educativo e de Animação do Teatro da Trindade e lecciona a disciplina de opção “Personagem-Brinquedo”, na Escola de Enfermagem de Lisboa.

Jorge Daniel Chambel Geraldo (n.1982, Coimbra) Com 8 anos de idade já lia ao nível dos de 10 anos, mas fazia contas ao nível dos de 6. Com 9 anos falava já inglês fluente, mas era o único na escola, no bairro e em casa o que o levou a desenvolver o hábito de falar sozinho. Terminado o secundário, sem saber bem o que escolher, optou por Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra, fazendo parte da primeira turma do curso. Embora tenha chegado atrasado à aula de apresentação, cedo percebeu que era o único que percebia quais os objectivos da Licenciatura. Com pós-graduação na mesma área, tenta terminar um Mestrado que parece em tudo interminável. Com especialização em Cinema, trabalhada com o Loucomotiva – Grupo de Teatro, desempenhando funções de produtor. Não esquecendo a sua paixão, o guionismo/dramaturgia, sendo a próxima produção do Grupo de sua autoria.

José Agostinho Baptista (Funchal, 1948). Colaborou na imprensa, nomeadamente no Comércio do Funchal e mais tarde no República e no Diário de Lisboa, cujo suplemento "O Juvenil" o tornou conhecido como poeta. Desde então e ao longo dos livros já publicados, a sua poesia vem sendo reconhecida como uma das mais originais e importantes na actualidade, como bem assinalaram os textos que lhe foram dedicados Simultaneamente, tem vindo a assinar diversas traduções de autores como Walt Whitman, W.B. Yeats, Tennessee Williams, Paul Bowles, Enrique Vila-Matas, Rabindranath Tagore, Robert Louis Stevenson, Malcolm Lowry, entre outros. Condecorado pelo Presidente da República com as insígnias de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, 1 de Julho de 2001.

José Alves (n.1982). Licenciado em Design de Comunicação na FBAUL (2005) e mestre em Design de Interacção na Universidade de Westminster em Londres (2007). Passou pela equipa central de design da BBC, onde desenvolveu valências para diferentes produtos como a BBC Homepage, BBC Mobile iPlayer e o Projecto Canvas. Recentemente trabalhou na Skype durante um ano onde esteve envolvido no desenvolvimento de novas funcionalidades para a aplicação Windows e no redesign do website. Presentemente trabalha na R/GA London como designer de interacção sénior, onde define experiências para as diferentes plataformas e serviços para os seus clientes.

José Avillez. Perfeccionista, audaz e exigente. Assim é o Chef e Empresário José Avillez. Considerado como uma das grandes referências da cozinha em Portugal, passou pelas cozinhas de alguns dos grandes mestres, como é o caso de Ferran Adrià, Alain Ducasse, Eric Frechon, entre outros. O seu trabalho destaca-se pelo rigor da técnica, por uma vontade insaciável de criar e de ir sempre mais além. Muitos prémios e distinções durante o ano de 2009 levam José Avillez e a sua equipa celebraram a atribuição de uma Estrela Michelin ao Tavares. Actualmente, desempenha a função de Chef Executivo no Tavares, presta serviços de consultoria e supervisiona o José Avillez Catering. Brevemente, irá lançar o seu quarto livro.

José Eduardo Agualusa (n. 1960, Angola) Iniciou a sua carreira literária em 1988, com a publicação de um romance histórico, A Conjura. É autor de nove romances, uma novela, oito recolhas de contos e crónicas, três livros para crianças, três peças para teatro, um livro de reportagens e um relato de viagens, tendo sido editado em mais de vinte países. Ao seu romance O Vendedor de Passados foi atribuído o Prémio Independent – Ficção Estrangeira. Milagrário Pessoal é o seu último romance.

José Pedro Pereira (n.1987, Funchal) é finalista do curso de direito na Universidade Autónoma de Lisboa. Desde muito cedo revelou uma postura muito proactiva e participativa, tendo realizado imenso trabalho de cariz associativo estudantil dos quais se destaca nos últimos anos a vice-presidência da Federação Nacional de Estudantes do Ensino Superior Privado e Cooperativo. A nível político é militante da JSD-Madeira desde 2002 e do PSD-Madeira desde 2005, tendo desempenhado cargos de vogal do Núcleo da JSD-Monte, presidente da mesa dos Estudantes Sociais-Democratas do Funchal, e Conselheiro Regional de 2005 a 2008. Foi subscritor das moções sectoriais aos XV, XVI e XVII Congressos Regionais – “Em nome do Futuro” “Melhores Escolas…Melhores Alunos”, “Novas Gerações…Novas Políticas” e “Geração Madeira”. Presentemente e enquanto finaliza o seu curso, continua o seu intenso trabalho participativo, procurando desta forma a prossecução de um futuro melhor, em especial da sua Madeira natal.

Júlio Vasconcelos de Carvalho (n. 1980, Lisboa) de educação cosmopolita e considerando-se um cidadão do mundo, é com naturalidade que se licencia em Ciência Política e Relações Internacionais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em 2005. Estagia de seguida na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia em Bruxelas – prestando assistência aos grupos de trabalho no Comité para o Alargamento e no COWeb – Comité para os Balcãs. No biénio 2006-2007 ingressa no College of Europe em Bruges, completando mestrado em International Relations and Diplomacy, apresentando uma tese final com o tema: “The EU stabilisation after Kosovo”. Nesse mesmo ano, ruma até Nova Iorque, para estagiar na ONU durante a presidência portuguesa da União Europeia. Em 2008, retorna a Bruxelas onde ingressa na DFW – uma ONG para o desenvolvimento. Ainda nesse ano, ingressa na Human Dynamics, uma consultora para o desenvolvimento sediada em Viena, onde se mantém até 2009. Nesse ano ruma a Londres, para ingressar dentro do mesmo ramo, na Maxwell Stamp, mantendo-se na mesma até 2010. Presentemente, retornou a Portugal, tendo ingressado no Instituto Nacional de Administração (INA) no Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública , que iniciará em Outubro de 2010. Paralelamente, dedica-se igualmente à pintura, tendo já organizado várias exposições em nome próprio.

Lia Santos Jorge (n. 1981, Lisboa) Licenciada em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Concluiu o BA(hons) Conservation na Camberwell College of Arts, Londres, na vertente de conservação e restauro de bens etnográficos, seguindo-se o Mestrado em Museologia: Conteúdos Expositivos no ISCTE, em Lisboa. Entre 2004 e 2005 trabalhou, respectivamente, como voluntária no Museu da Música (Lisboa) e Cuming Museum (Londres). Em 2006, estagiou no Museu Nacional de Etnologia (Lisboa) na área de conservação e restauro. Entre 2007 e 2009, trabalhou na conservação e restauro de uma colecção de artefactos africanos recolhidos pelo explorador Henrique de Carvalho. Em 2009 estagiou no Museu Afrobrasileiro, em Salvador da Bahia, Brasil, onde se encarregou do tratamento de uma colecção de indumentária ritual de Candomblé. Trabalha actualmente na conservação e restauro da colecção etnográfica da Academia de Ciências de Lisboa.

Lomografia Portugal: A Sociedade Lomográfica em Portugal é responsável pela animação da Comunidade Lomógrafa no nosso país, que conta com algumas dezenas de milhar. A partir das suas Embaixadas em Lisboa e no Porto, a arte de fotografar com câmaras lomográficas (que é na verdade a definição mais simples de lomografia) desenvolve-se em concursos, workshops, exposições, parcerias e ouras aventuras coloridas, sempre de câmara ao peito ou onde parecer melhor no momento. Descubra mais em www.lomografiaportugal.com.

Lucília Nunes Doutorada em Filosofia, Mestre em Ciências de Enfermagem e em História Cultural e Política, Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica. É Professora Coordenadora na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Setúbal. Membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida e da Comissão de Ética para a Saúde do Centro Hospitalar de Setúbal.

Luis Augusto Campos nasceu no subúrbio de uma Lisboa onde do período revolucionário sobravam apenas alguns rabiscos nas paredes. Percebeu rápido que este mundo era uma selva e decidiu tornar-se num camaleão, trabalha na área financeira para se sustentar e os seus interesses neste momento passam por, entre outras coisas, abolir o trabalho. Não fez nenhuma tese nem é particular fã da academia mas é muito amigo daquele francês que para estudar a reificação escolheu passear por aí. É escriba da rádio leonor ( http://www.radioleonor.org/) e das edições antipáticas.

Luiz Ricardo Florence (n.1980, São Paulo), é arquiteto e urbanista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP em 2004. Desde 2006 desenvolve projetos de arquitetura, urbanismo, cenografia e design junto ao coletivo de arquitetos 23 SUL (www.23s.com.br), do qual é sócio fundador. Atualmente dedica-se à pesquisa de mestrado dentro do programa de pós-graduação da FAU-USP, sob orientação do professor José Tavares Correia de Lira, docente do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto.

Manuel Duarte (n. 1970) Passou pela ETIC, IADE e mais recentemente pela Fundação Calouste Gulbenkian, sempre em cursos de fotografia. Desde 2006 que tem exposto com muita regularidade várias cidades como Lisboa, Porto ou Nova Iorque.

Marcelo Valadares (n. 1984, Belo Horizonte) Nasceu entre as montanhas, no meio do meio do sudeste do Brasil. Desde pequeno sentia-se atraído por Portugal, não se sabe se pela ambrósia, doce que fazia uma tia-avó, com um pequeno passado português, ou se pelos galos de Barcelos e panos de pratos que circulavam por sua casa nesta época. Aos 23 anos, recém-formado em Jornalismo, desembarca em Lisboa, onde finalizaria, dois anos depois, seu mestrado em Comunicação e Arte. Actualmente, participa do programa doutoral "Democracia no Século XXI", no Centro de Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra. Participa em diferentes projectos na área cultural, como: Migalhas, Le Cool e FESTin- Festival Itinerante de Cinema da Língua Portuguesa. Esporadicamente, tenta brincar com as palavras em um blog que anda às avessas: http://tudoeficcao.blogspot.com

Marco Moreira (n.1978, Favaios) reside em Lisboa onde frequenta o curso de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Participa em vários cursos e workshops na área de Multimédia, Ilustração, Animação e Artes Plásticas, destacando a formação no CIEAM (Centro de Investigação e de Estudos Arte e Multimédia). Foi bolseiro pelo programa Erasmus, na Facultad de Bellas Artes Universidad Complutense de Madrid. Participa em algumas exposições e projectos editoriais onde colabora com trabalhos de Ilustração. Encontra-se em www.marco-moreira.com/

Mariana Fernandes (Macedo de Cavaleiros, 1985) Licenciou-se em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em 2008. Durante o período de faculdade, desenvolveu interesse em vídeo-arte, tendo adicionado ao Currículo um workshop de vídeo-art pela AR.CO em 2005 e um curso de média duração em pós-produção na Restart, em 2006. Em 2008 integrou a equipa da Fabrica Features Lisboa, onde tem sido responsável pelo programa cultural, selecção de produtos e gestão de espaço, tendo participado também em diversas exposições e projectos independentes. mariana.wrkwrk.com

Marina Pedreira de Lacerda (n.1985, São Paulo) Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie em 2009. Durante o período académico teve intensa actuação na organização de eventos como palestras com Ricardo Legorreta , além de participar do directório académico. Trabalhou com profissionais como o arquitecto Mario Biselli, sempre na área de desenvolvimento de projectos. Em 2008 trabalhou três meses no escritório UArchitects, em Eindhoven, Holanda.  Já escreveu dois artigos para a Revista Arquitetura&Construção sobre cidades e turismo.

Marta Gomes de Andrade (n. 1983) Licenciada em Ciência Política e Relações Internacionais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, especializou-se e dedica-se à coordenação de projectos internacionais de ajuda humanitária - primeiro na Cruz Vermelha Portuguesa, hoje na AMI. Mestre pela Universidade de Deusto, em Bilbao (Espanha), a sua tese centrou-se na vida da Isla de La Hispaniola, dividida pelo Haiti e pela República Dominicana. Conviveu e trabalhou com a população refugiada e imigrante haitiana na República Dominicana, estudando o enquadramento histórico, social e cultural dos haitianos e dominicanos naquela Ilha e as suas consequências ao nivel de relacionamento. Regressou como membro da equipa da AMI, para coordenar no terreno a ajuda humanitária, escassos dias após o dramático sismo que arrasou o Haiti.

Micol Brazzabeni é actualmente investigadora pós-doc no Centro em Rede de Investigação de Antropologia (CRIA-IUL) em Lisboa. Trabalha com famílias ciganas na região do Algarve e com elas discute sobre circulação, espaço, emoções, sofrimento e cavalos. Antes disso obteve o doutoramento na Universidade de Florença, decidindo deslocar-se para a área indígena Maxakali no Brasil, para desenvolver a sua pesquisa de terreno junto com os professores indígenas e as suas famílias. Com eles, na altura falou de escola, rituais, escrita, universidade (e saiu desta experiência um livro)...mas antes disso também tinha trabalhado muito como empregada de mesa e como professora com crianças rom e sinti numa escola primária italiana. na gaveta tem um pequeno livro ilustrado para crianças sobre esta vivência escolar. Vive entre Alfama e Vila Real de Santo António.

Miguel Meruje Cresceu na Quinta das Lameiras, Viseu e soube ir escalando na escolaridade enquanto lia sobre o que gostava. Eventualmente, pôde estudar aquilo que gostava e está a acabar o MA em Design Contemporâneo, tendo já passado pela University of the Arts London. Para além de ser o fundador e director criativo das Organic Anagram Industries , escreveu sobre design, literatura, cinema, música, arquitectura e claro, skate, para publicações e sites de todo o mundo. Beckett, Wright e Bergman são a tríade.

Nuno Campos (n. 1982). Atraído pelo mundo das artes, expressa um gosto muito particular pelo desenho e pela pintura. Em 2003, frequenta o curso de desenho e ilustracção de moda pelo CIVEC (Centro de Industria de Vestuária e Confecção), em Lisboa, onde explora as bases das linhas corporais e a estética das cores.
Parte para Itália em 2004 , Florença, onde viria a aprofundar o desenho numa outra vertente, a joalharia, formando-se como Designer Orafo Europeu , na escola Le Arti Orafe. Em 2005 cria a New Karma, iniciando um percurso de joalharia de autor, inspirado pelo mar, por antigas civilizações, pela essência do nosso próprio ser...pelo sentir. A necessidade de saber trabalhar os metais torna-se inevitável perante as limitações do desenho e de 2006 a 2008 realiza o curso artístico de ourivesaria na Escola de Joalharia Contacto Directo, em Lisboa, onde viria a frequentar algumas formações como Workshop de Acrílicos e Resinas Epóxicos , com Silvio alexandre e Maria João Clara , Workshop de Laca Japonesa (Cashew) com Sabine Hauss e Workshop de Casamentos de Metais (Mokumé) com Hans Leicht, este ultimo que viria a a ter alguma influência no seu percurso. Actualmente está dedicado à elaboraçao de joalharia de autor, escultura, e pintura apresentando o seu trabalho maioritariamente em eventos e exposições.

Nuno Seabra Lopes licenciou-se em Estudos Europeus, mas desde sempre trabalhou no meio editorial. Tendo verificado que o empirismo não era suficiente para os novos tempos e exigências, fez o Curso de Especialização para Técnicos Editoriais (FLUL) e prosseguiu estudos, fazendo Mestrado na área dos Estudos Editoriais.
É consultor editorial nas áreas de estratégia e edição, bem como especialista convidado na Especialização para Técnicos Editoriais da F aculdade de Letras . Mantendo a sua paixão pelos livros no suporte tradicional, aderiu às novas tecnologias com o blogue Extratexto, dedicado à indústria editorial. Tem experiência editorial em várias editoras livreiras de média e grande dimensão, distinguindo-se em funções de coordenação e edição executiva.

O dueto OPIRIRISTS foi criado em 2009 por Mariana Gomes e Teresa Cortez.
Mariana Gomes, (Faro, 1983), licenciou-se em Artes Plásticas - Pintura na FBAUL, vive em Paço de Arcos e trabalha em Lisboa como artista plástica. É artista residente da Galeria Módulo - Centro Difusor de Arte, Lisboa. Tem participado em exposições colectivas e individuais e também na Feira de Arte de Lisboa.
Teresa Cortez, (Lisboa, 1981), licenciou-se em Artes Plásticas - Pintura na FBAUL e realizou a Pós-Graduação de Ilustração no ISEC, Lisboa. Vive e trabalha em Paço de Arcos como artista plástica e ilustradora freelancer, o seu trabalho pode ser visto em www.teresacortez.com
O episódio da Série (A. D.) After Duchamp, "The Curator", é o primeiro de muitos que se seguem. (A. D.) After Duchamp é uma serie de curtos episódios, com realização OPIRIRISTS, em animação e sem efeitos especiais.
Os filmes são caracterizados por uma sátira ao meio intelectual e artístico. Vejam os próximos episódios em http://opirirists.blogspot.com.

Paulo Barcelos estudou Ciência Política na Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL) e no Institut d'Études Politiques de Paris. Actualmente, na mesma faculdade, é investigador no Instituto de Filosofia da Linguagem  e doutorando em Ciência Política. Lecciona, a título de conferencista, no Departamento de Estudos Políticos e no Council on International Educational Exchange - FCSH. As suas publicações incluem artigos sobre autores como Walter Benjamin, Emmanuel Levinas e Donna Haraway.

Paulo José (n. 1968) Abandonou os estudos durante a década de 80 para se dedicar a tempo inteiro à sua grande paixão: a rádio. Iniciou-se como locutor na extinta Rádio Onda Livre da Amadora. Ao longo da sua carreira abraçou diversos projectos na área: Rádio 98 rock&pop, Rádio Mais, Rádio Clube da Linha, Super Fm, Rádio Marginal e NRJ-Rádio Energia onde exerceu funções até à data da sua extinção. Dá habitualmente voz a anúncios publicitários de rádio e televisão e é hoje a voz de estação da TVI. Algumas demos do seu trabalho estão aqui: http://vozoffice.pt/vozes.php?i=23

Pedro Alves (n. 1979, Sintra) Co-fundador e director artístico do teatromosca , onde tem desempenhado funções de actor, encenador e produtor. Assistente de encenação no espectáculo “Os Patriotas”, de Miguel Real e Filomena Oliveira. Desde 1997, tem desenvolvido ateliês de Expressão Dramática para grupos e escolas. Desde 2005, tem concebido e dinamizado projectos de animação pedagógica na Câmara Municipal de Sintra. Desempenhou funções de formador e encenador do Grupo de Teatro da Faculdade de Farmácia de Lisboa. Foi responsável pela formação do elenco jovem do espectáculo Depois de Julieta , de Sharman Macdonald, com encenação de Ruben Tiago, no Centro Cultural Olga Cadaval, uma co-produção do teatromosca com o Centro Cultural Olga Cadaval e o Lugar Comum. Encenou Dog Art , a partir de adaptação e tradução própria do texto King – A Street Story , de John Berger, para o Teatro TapaFuros e teatromosca , em 2002. Escreveu e dirigiu Kip , co-produção do teatromosca com a Casa Conveniente, Lugar Comum, Teatroesfera e Centro de Artes Performativas do Algarve, em 2003 – projecto financiado pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do apoio a Jovens Encenadores. Colaborou com o Quorum Ballet – Companhia de Dança, no espectáculo Impacto (2008) e no espectáculo Dois Séculos (2010) na função de dramaturgista. Actualmente, frequenta o último ano da licenciatura em Estudos Artísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Pedro Cordeiro (n. 1979) Licenciado em Engenharia da Linguagem e do Conhecimento graças a 0,6 pontos que faltaram para entrar em Medicina (abençoados!), trabalhou em linguística computacional durante 18 meses, como investigador bolseiro do Instituto Superior Técnico, antes de rumar a Madrid. Ali passou o prodigioso ano de 2003, frequentando o Master en Periodismo do diário El País . Finda a aventura espanhola, voltou para a sua Lisboa e trabalhou na revista Tempo e num projecto do Ministério da Segurança Social destinado a melhorar o acolhimento nas instituições para crianças, pessoas de idade e deficientes. Daí saiu para a equipa fundadora do Courrier Internacional português, que acumula com a secção internacional do Expresso desde 2009. Dirige, desde 1998, o jornal regional O Toxofalense , na aldeia de Toxofal de Baixo, terra de parte da sua família. Com origens que vão de Goa à Andaluzia e da Madeira à Croácia, deseja, acima de tudo, mais mundo. Muito mais importnate que tudo é pai de uma filha de 20 meses.

Pedro Lisboa (n. 1978) é mestre em História Política e Cultural pela FCSH-UNL. Actualmente, cumpre funções de bolseiro de investigação no Seminário Livre de História das Ideias, onde trabalha na área da edição electrónica de revistas de ideias e cultura. Tradutor e revisor freelance. Gosta da palavra freelance, de jogos, de livros antigos e de piratas.

Precári@s Inflexíveis (Marco Marques e Mariana Mata) são um movimento de trabalhadores precários que nasceu depois da primeira iniciativa MayDay!! Lisboa em 2007. A actividade deste movimento centra-se na luta contra a precariedade laboral. Ao longo de três anos de actividade organizaram iniciativas de rua, campanhas e petições, como Antes da Dívida Temos Direitos, os Prémios Precariedade 2008 ou Autarquias sem Precários.

Raquel dos Santos Duque (n.1983, Lisboa) Licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacionais, pela FCSH-UNL. Enquanto estudante universitária participou activamente no Núcleo de Estudos de Ciência Política e Relações Internacionais, promovendo a organização de diversas conferências, tertúlias e seminários relacionados com a sua área de formação. A nível profissional, foi assistente no Departamento de Informação do Centro de Informação Europeia Jacques Delors e estagiou no Ministério dos Negócios Estrangeiros. Durante a Presidência Portuguesa da União Europeia trabalhou na Missão de Portugal junto das Nações Unidas em Nova Iorque, destacada para seguir os assuntos do Médio Oriente. Em Dezembro de 2009 tornou-se mestre em Segurança Internacional e Terrorismo, pela Universidade de Nottingham.

A dupla Ricardo Carvalho + Joana Vilhena trabalham em associação desde 1999. O seu trabalho foi apresentado em conferências na Alemanha, Brasil, Espanha, Equador, Itália, México e Portugal e publicado em revistas na Argentina, Coreia do Sul, China, Espanha, EUA, Holanda, Portugal e Reino Unido. Em Junho de 2009 integraram a exposição "OVERLAPPINGS: Six Portuguese Architecture Studios" no Royal Institute of British Architects em Londres.
Joana Vilhena (Lisboa em 1973) Licenciou-se em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa em 1998. Foi editora de projecto do JA/ Jornal Arquitectos. Membro do Júri do Prémio AJAC 2008 (Colégio de Arquitectos de Barcelona).
Ricardo Carvalho (Lisboa em 1971) Licenciou-se em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa em 1995. É Docente no Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa. Crítico de arquitectura do Jornal Público. Foi co-director do JA/ Jornal Arquitectos.

Ricardo Santeodoro (n. 1986, Lisboa) tem uma costela espanhola e ali viveu alguns anos na sua adolescência. Estudou Video (2006-09) e neste momento frequenta o Curso de Fotografia, ambos na Etic. O seu trabalho como fotógrafo toma inspiração na sociedade, nas pessoas e no surrealismo inerente ao quotidiano, pela sedução da imagem. Desenvolve também trabalho como DJ, sob o nome Santeodoro, movendo-se essencialmente na música electrónica. Mais informação sobre o seu trabalho em myspace.com/ricardosanteodoro e flickr.com/photos/ricardosanteodoro.

Rita Almeida (n.1979) Licenciada em Design de Comunicação pela Universidade de Aveiro, onde foi bolseira por 5 anos em projectos investigação de Multimédia e Educação. Também nesta instituição, tirou o mestrado em Multimédia e Educação. Simultaneamente participou no projecto Bach2Cage, um laboratório experimental que se assumia como um espectáculo músico-teatral e multimédia e que explorava o cruzamento de várias formas artísticas e tecnologia a partir da herança de J.S.Bach e Jonh Cage. Há 4 anos regressou a Lisboa para trabalhar, como designer, num Banco. Deixou de roer as unhas desde Janeiro de 2010 e actualmente decidiu continuar a crescer aqui: 101coisasemeiaquetenhodefazer.blogspot.com

Rita Braga Alves (n. 1982, Porto ) Especialista em Arquitectura de Ambientes de Saúde pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (09/10) e Licenciada pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (00/06), a arquitecta e pintora exerce a sua actividade enquanto Profissional Independente desde 2009 entre Brasil e Portugal. Destaca-se a sua colaboração de 02 anos no escritório do Mestre Oscar Niemeyer, a sua intervenção enquanto Cenógrafa Assistente na TV Globo no Rio de Janeiro e o desenvolvimento específico de Arquitectura da Saúde. As suas experiências resultam numa abordagem multidisciplinar em cada projecto que executa. Website: www.ritabragaalves.com

Rita Rato (n. 1983, Estremoz) Licenciou-se em 2005 em Ciência Política e Relações Internacionais pela FCSH-UNL. É deputada à XI Legislatura da Assembleia da República pelo Partido Comunista Português (PCP), eleita no círculo eleitoral de Lisboa. Pertence actualmente à Comissão de Educação e Ciência, Comissão de Ética, Sociedade e Cultura; ao Grupo de Trabalho sobre Ensino Especial, Grupo de Trabalho sobre Currículos dos Ensinos Básico e Secundário, prestando especial enfoque no âmbito das suas funções a temáticas como Igualdade entre Homens e Mulheres, Juventude, Educação, Comunicação Social.. Foi eleita na Assembleia Municipal de Estremoz entre 2005-2009, pelo PCP. É igualmente membro dos Corpos Sociais da Casa do Alentejo, tendo sido membro da Direcção do Conselho Português para a Paz e Cooperação entre 2006-2009.

Rodrigo Nogueira (n. 1986, Lisboa) quer um dia ganhar a vida a ser incrível, mas sabe que isso é complicado. Por um lado, pode dar-se o caso de ele próprio não ser incrível. Por outro, mesmo que seja, a sua incredibilidade pode não ser reconhecida, ou as recompensas que recebe por ser incrível não serem suficientes para sustentá-lo. Há uns anos inscreveu-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, num curso chamado Comunicação e Cultura, mas é formado em Ciências da Cultura, ou lá o que é isso, já que mudaram de nome e de duração do curso a meio, tudo sem consultar os alunos. Também não faz mal, das duas ou três coisas que aprendeu na faculdade, só para aí uma delas é que é memorável e/ou importante. Raramente sai à rua de t-shirt, preferindo camisas (nunca, mas nunca, desfraldadas). Edita as secções de televisão da Time Out Lisboa e da Time Out Porto, onde também escreve sobre música e noite e entrevista pessoas fixes.

Rui Alberto Costa (n. 1984, Évora) mestre em Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos pela FCSH, Univ. Nova de Lisboa, é actualmente leitor de Português na Univ. de Bari, Itália. Publicou em 2007 o poemário Parabola Abyssus , ainda apenas Rui Alberto. Entretanto o Maestro retirou-se dos relvados, e o Costa pôde ser usado. É igualmente co-fundador da Cooperativa Literária, entidade responsável pela edição da revista Callema.

Rui-Mário Gonçalves (n. 1934) dedica-se desde 1958 às artes plásticas. Em 1963 alcançou o Prémio Calouste Gulbenkian de Crítica de Arte. No mesmo ano, foi como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian para Paris, onde estudou com Pierre Francastel. Voltou para Lisboa em 1966 e desenvolveu intensa actividade nos jornais (Jornal de Letras e Artes,  A Capital, Expresso, Diário de Notícias, Extra, Jornal de Letras, Artes e Ideias), na rádio (Antena 2), nas revistas da especialidade (Arquitectura,  Colóquio, Colóquio-Artes). Organizou numerosas exposições. Fez parte dos corpos gerentes da Cooperativa dos Gravadores Portugueses, da Associação Internacional dos Críticos de Arte e da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Participou nas actividades pedagógicas da SNBA, nas Escolas Superiores de Teatro e de Cinema e na Faculdade de Letras de Lisboa, onde foi professor catedrático convidado. 

Rui Miguel Tovar (n. 1977, Lisboa) Foi o Record que lhe abriu as portas para o jornalismo, a 1 de Novembro de 1995, no dia de um cinzento Panathinaikos-FC Porto (0-0), para a Liga dos Campeões, e na véspera do seu primeiro dia de aulas oficial de faculdade, na UAL, no Cais do Sodré - um local sobejamente (re)conhecido pela escola da vida. Entrou directamente para a secção de futebol internacional, após rápido ping-pong de perguntas e respostas com o director de então, Rui Cartaxana. E por lá ficou até 25 de Janeiro de 2009, sempre na mesma secção, e com duas licenças sem vencimento pelo meio, para se dedicar aos almanaques de Benfica, Selecção Nacional, Euro-2004 e Sporting, entre 2003 e 2005, através da empresa Almanaxi, fundada por si e pelo amigo João Bruno. Em Fevereiro de 2009, embarcou na aventura do jornal i, onde permanece como representante do desporto. A faculdade da vida, essa, está incompleta (3.º ano de Ciências da Comunicação). Da escola, nem se fala...

Rui Ventura (n.1977) Apaixonado pelas artes e pela iconografia urbana, desenvolve os seus trabalhos artísticos partindo de fragmentos gráficos erudidos recolhidos nas ruas das cidades pelas quais viaja. Esta é a sua base criativa para as composições únicas que produz. O resultado decomposto traduz-se numa amálgama harmoniosa de colagens, Pintura, textos, Stencil, Stickers entre outros elementos. Produziu a sua primeira exposição em 2006 na Galeria Abraço com o tema “Urban Pegasus”. Em 2008 lançou a exposição “A life From Portland”, na galeria Euro RSCG Arte. Em 2009 lançou o seu projecto "Heraldus Vexillum 2.0”, uma exposição de pintura no MUUDA (Porto), Em 2010, a mesma exposição esteve patente no MUDE Museu de Moda e Design de Lisboa, integrada na exposição internacional “You are Here” promovida pela Converse nas principais capitais mundiais.

Rui Zink (n. 1961, Lisboa) é autor de vinte e tal livros, a maioria dos quais de ficção, mas não todos, e professor na FCSH-UNL. Em 2009 foi professor visitante na Universidade de Massachussetts Dartmouth, ocupando a cadeira Hélio e Amélia Pedroso/FLAD. Em Março 2010 a Teorema publicará O Anibaleitor.

Sara Constança (n. 1971) tem formação em fotografia da António Arroio ao Ar.Co, passando pelos alunos do seu ensino, e em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. Desenvolve trabalho fotográfico profissional e de autor, faz design e música experimental com ênfase na percussão. Escreve poesia quando acontece. Interessa-se pela investigação das belas-artes, fotografia e desenho, música e improvisação, filosofia e psicologia, religião, ciência e política… e tudo o que estiver implicado no encontro do humano.

Sandra Coelho (n. 1985) Foi a paixão pela escrita que a levou ao curso de Jornalismo, na Escola de Comunicação Social, em Lisboa. Foi a desilusão com o mundo do Jornalismo que a levou a procurar no voluntariado um lugar mais próximo da mudança. Um lugar que não se resumisse ao relato, curto e objectivo, de um acontecimento, mas que possibilitasse uma acção reflectida e duradoura. O voluntariado levou-a até Cabo Verde, num projecto de Cooperação para o Desenvolvimento, e levou-a também a um Mestrado no campo do Desenvolvimento Local para abrir as portas que o Jornalismo fechara, sob o tema A Produção de Discursos Periféricos - A comunicação como instrumento de luta contra a Exclusão Social . Agora vê o Jornalismo como uma ferramenta que, para além de relatar, tem o poder de intervir no mundo. Nem sempre esse poder é fertilizado, mas é nessa «monda» que idealiza a sua missão.

Sara Anjo (n.1982, Funchal) Formou-se como bailarina pela Academia de Dança Contemporânea de Setúbal e fez licenciatura em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras de Lisboa. Actualmente frequenta o mestrado em Arte Contemporânea na Universidade Católica de Lisboa. Tem trabalhado na área da dança como dramaturgista, intérprete e coreógrafa. Como dramaturgista estagiou numa criação de Rui Horta para o Dançando com a Diferença, “Beautifull People” (2008). Seguidamente trabalhou com Teresa Ranieri em “In The Land of P...” (2008) e com Henrique Amoedo em “Grotox” (2009). Como intérprete estagiou na Companhia Nacional de Bailado e posteriormente tem feito o seu percurso como free lancer onde contactou com Sofia Silva, Paulo Henrique, César Augusto Moniz, entre outros. Como coreógrafa criou “Trimurti” (2001); “Angeli... com efeito” (2007); Segredo do Chá (co – produção com a companhia Dançarte 2007). Paralelamente à sua actividade artística fez formação em Yoga entre 2001/2003 e desde então dá aulas.

Sara Silva Marques dos Santos (n. 1983, Lisboa) Licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2008, termina em 2009 o mestrado em Design Multimedia e Interacção na Escola Elisava da Universidade Pompeu Fabra em Barcelona, cidade onde vive e trabalha actualmente como designer gráfica. Colabora desde 2008 com a fanzine "Papermind", pequena edição de autor que procura ser espaço de experimentação para artistas/ilustradores/designers/etc. www.sarasilvasantos.net | www.papermind.net

Sérgio França é um Designer Gráfico de Lisboa, licenciado pelo IADE. Actualmente colabora para a Sumo depois de ter passado pela RMAC. O seu percurso sempre esteve ligado ao mundo da música, tendo trabalho com bandas como Linda Martini e If Lucy Fell.

Sónia Galiza (n. 1970, Lisboa) estudou fotografia, passando pelo Ar.Co, Instituto Português de Fotografia, London College of Printing and Distributive Trades e mais recentemente o Curso de Fotografia do programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. É co-fundadora da Sociedade Lomográfica em Portugal, dedica-se a todos os projectos fotográficos relacionados com a Lomografia em Portugal. É membro do “Colectivo12”, desenvolve trabalhos fotográficos de autor. Tem desenvolvido trabalhos com circos tradicionais, nomeadamente Circo Atlas e Circo Chen em Portugal, Cirque Plume em França, Moscow Sate Circus no Reino Unido e Jumbo Circus na Índia. Foi Bolseira da Fundação Oriente para o desenvolvimento de Soji-Ji, trabalho fotográfico realizado num templo Zen em Tokyo, no Japão, que apresenta no Projecto10.

Susana Branco (Lisboa 1983) Designer Social, com licenciatura em em Design Industrial pela FA-UTL e pós-graduação em Design para a Diversidade pelo IST. Interesse pela Diversidade, Interdisciplina e Inovação Social. Trabalhou em áreas que incluiram o Design de Produto, Branding, Ilustração e visualização, destacando o projecto que realizou como Research Designer para a SDE (Samsung Design Europe-Londres). Terminou em Setembro o Mestrado em Design Futures (Goldsmiths University of London), onde pesquisou sobre a relação dos Designers com o Poder, no contexto da inovação social. No futuro gostaria de trabalhar em Portugal, no terceiro sector, num ambiente interdisciplinar e poder contribuir com os seus “skills” para resolver problemas sociais.

Susana Chicó (n. 1985, Lisboa) Em 2003, formou-se em Fotografia na Escola Técnica de Imagem e Comunicação (ETIC). Em 2004, no âmbito do programa Leonardo da Vinci fez um estágio profissional em fotografia da vida selvagem nas ilhas gregas do nordeste do Mar Egeu. De 2004 a 2007, trabalhou como arquivista e técnica de imagem no arquivo e biblioteca da Fundação Mário Soares. Em 2008 fez o  seu estágio curricular de licenciatura no Teatro o Bando, e termina em 2009 a licenciatura em Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalhou no Observatório das Actividades Culturais e actualmente frequenta o mestrado de Estudos de Teatro na FLUL.

Susana Jaulino (n. 1984, Lisboa) no ano em que o SL Benfica conquistou o vigésimo sexto título de Campeão Nacional de futebol e este feito proporcionou-lhe a primeira grande decisão da sua vida: ser Benfiquista.
Quis ser enfermeira, mas passou-lhe. Depois de uma passagem (tão breve quanto a do Keirrison pelo Benfica) pelo curso de Arquitectura Paisagista no Instituto Superior de Agronomia, frequentou o curso de Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (e não conseguiu arranjar emprego na área). Nos tempos de faculdade colaborou em iniciativas do NuCivo - Núcleo de Cinema e Vídeo (nenhum aluno da FLUL em 2007 esquece a Feira do VHS) e colaborou na divulgação e apoio logístico do FATAL - Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa nas edições de 2006 e 2007. Entre 2005 e 2008 aventurou-se nas lides do jornalismo (sem pretensões, é certo) e escreveu críticas, reportagens e alguns artigos para o já extinto hiddentrack.net . Durante cerca de quatro anos (2005 a 2009) escreveu num blog só seu, o Neurotransmissor ( http://fendasinaptica. blogspot.com ), onde contou pequenas histórias, umas mais ficcionais que outras. Desde 2007 que tem uma pequena galeria ( www.lostnow.deviantart.com ) onde expõe a fotogenia do mundo e das pessoas à sua volta.

Suzano Costa (n. 1983, Cabo Verde) Investigador do Observatório Político da Universidade Nova de Lisboa. Licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais pela FCSH-UNL, pós-graduado em Política Comparada pelo ICS-UL, especialização em Eleições e Sistemas Eleitorais pelo IHC, mestrado em Ciência Política pela FCSH-UNL e doutorando em Ciência Política (especialidade em Teoria e Análise Política) na FCSH-UNL. Tem participado em diversos projectos de investigação e apresentado comunicações e estudos em vários seminários e conferências nacionais e internacionais. Acumula uma vasta experiência no associativismo juvenil, académico e comunitário, sendo fundador da Associação de Jovens Investigadores Cabo-verdianos (AJIC), do Fórum de Estudantes Africanos em Portugal (FEAP) e da Associação Nacional Juvenil de Imigrantes da Diáspora (ANJI-DJAP), tendo sido, ainda, Presidente do NECNOVA, Vice-Presidente da AJIC, membro da UECL e integrante do movimento cívico Pró-África. Tem participado na organização de várias conferências, seminários e colóquios. Entre várias outras iniciativas académicas, de momento coordena o Ciclo de Tertúlias “Cabo Verde em Debate” na Livraria CE Buchholz, dedica-se à investigação, escreve regularmente na revista Tertúlia Crioula (tertuliacrioula.com) e colabora em campanhas de angariação de livros e materiais escolares para escolas carenciadas em Cabo Verde.

Tiago Amorim (n. 1983) Licenciado em Design de Produção Visual, no IADE. Tipógrafo/Ilustrador/Designer. Camaleão gráfico, raposa dos pincéis sem vergonha nem pudor de explorar salpicos inacabados.

Tiago de Brito Penedo (n. 1974, Santarém) Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, prossegue actualmente um doutoramento na especialização de História Antiga, na mesma universidade, com uma tese dedicada aos monstros do Antigo Testamento. Investigador em formação dos Centro de Estudos Comparatistas da FLUL e Centro de História da Universidade de Lisboa, colabora em diversas outras iniciativas relacionadas com a sua área de trabalho de História das Religiões. Em 2010, decide criar uma página do Facebook dedicada a Joshua Benoliel, onde dá a conhecer o trabalho do fotógrafo a pouco mais de um milhar de seguidores.

Tiago Marques (n.1980, Almeirim) Apesar da incursão acidental em diversas áreas artísticas como a música, a pintura, o desenho, a escultura e a escrita, acabou por encontrar a definição da sua personalidade criativa na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no curso de design de comunicação. Desde essa altura trabalha profissionalmente como designer, desenvolvendo projectos de comunicação com repercussão em materiais impressos e não só. www.tmarq.com

Tomás  Cardoso Taveira (n. Lisboa) Professor Catedrático de Arquitectura e Planeamento Urbano e Territorial . Tem repartido a sua actividade entre a profissão liberal de Arquitecto Urbanista e Planeador e a de Investigador ao nível da Teoria do Fenómeno Urbano e do Planeamento Urbano e Regional e ainda  Investigador  da Teoria do Gosto com base na Teoria da Arquitectura do Design e da Moda. Tem vários livros e artigos publicados sobre a sua obra apenas no Estrangeiro.

Vítor Miguel de Freitas (n.1983, Funchal ) Divagador por excelência, adora calcorrear as ruas das cidades. Nascido na pérola do Atlântico, aos 18 anos, por motivos de estudos e por um acaso, vem morar para a “Grande Alface”, licenciando-se em Ciência Política e Relações Internacionais em 2005. Inconstante no pensamento e inconstante no trabalho, já retornou à ilha, intervalando este constante vaivém com uma estada em Bruxelas onde estagiou no Parlamento Europeu durante uns meses em 2007. Já foi estagiário, bancário, livreiro, estando numa bolina constante, almejando um dia “dobrar um Bojador”. Até lá, dedica-se a pensar o mundo.

O colectivo de design Vivóeusébio é formado por um grupo de amigos que partilharam o mesmo curso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi em 2006 que resolveram abrir o atelier, mal finalizaram a licenciatura, num espaço cedido no Barreiro. Hoje estão sediados na Baixa onde têm desenvolvido trabalho dentro da área do Design de Comunicação, na sua maioria, projectos de design editorial (livros, revistas, ...), webdesign e "print" design (flyers, cartões,...). Desengane-se quem disser que todos são do Benfica!

 

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